Amanhã, dia 15 de abril, acontece mais um encontro dos participantes da ação de extensão “Debates Contemporâneos na Era do #Hastag: gênero, colonialidade, diversidade e masculinidades”, uma organização IPPMar/UNESP, LIEG/UNESP,GT Gênero/ANPUH São Paulo e universidades convidadas.
Os textos a serem debatidos são os capítulos 01 e 02 do livro “O calibã e a bruxa”, da filósofa italiana Silvia Federici, e serão apresentados pela Prof.ª Dra. Lidia M. V. Possas, da UNESP/Marília e coordenadora do LIEG e do GT Gênero ANPUH/SP, e pelo Prof. Dr. Paulo Eduardo Teixeira, também da UNESP/Marília e coordenador do IPPMar.
Inscrições abertas para a ação de extensão “Debates Contemporâneos na Era do #Hastag: gênero, colonialidade, diversidade e masculinidades”.
Estão abertas as inscrições para a ação de extensão “Debates Contemporâneos na Era do #Hastag: gênero, colonialidade, diversidade e masculinidades “.
Nº de vagas: 50
Oito vagas serão reservadas para pessoas de órgãos municipais de Bauru e/ou Marília.
Período de inscrições: 08/03/2021 a 15/03/2021
Após o fim das inscrições, você receberá um e-mail informando se sua matrícula foi efetivada ou não. Caso tenha sido efetivada, você receberá também as informações de acesso ao curso.
Link para o programa do curso: encurtador.com.br/lpyS2
Link para inscrições: https://forms.gle/U6QzpMBzFr32JZth8
8 de março – Dia Internacional das Mulheres – Pelas lutas de todas
O GT de Gênero da ANPUH Nacional preparou Edição Especial comemorativas para esse mês, através de programas /podcast de Historia Online ,: as Segundas Feministas.
Para comemorar a data, o fato, o acontecimento histórico optou-se por uma narrativas poética que através da sensibilidade da historiadora e professora Marlene de Faveri esboçou os sentimentos de mulheres vitimas de violência domestica, sendo que muitas delas foram assassinadas. Os crimes de feminicidio, em nosso país tiveram um acréscimo considerável no período de 2019- 2020 ( com a Pandemia e a quarentena compulsória ) . Segundo dados do Instituto Brasileiro de Direito da Familia /IBDFAM “em 2019, o total de ocorrências foi de 1.326, um aumento de 43% em relação há quatro anos anteriores. Em 90% dos casos, o criminoso é o companheiro ou ex da vítima. O racismo também perpassa a violência contra a mulher: no ano passado, 66,6% das vítimas de feminicídio eram negras. O percentual indica a maior vulnerabilidade dessa população, já que elas representam 52,4% da população de mulheres no Brasil”
A nossa luta prossegue. Marlene de Faveri Poesiaas .
Acreditamos que a relevância social e politica do GT de Gênero da ANPUH Nacional e Regionais é divulgar as pesquisas realizadas na Graduação e na Pôs Graduação dos Cursos de Historia desse país e para toda a sociedade utilizando todas as linguagens possíveis para informar e divulgar .
Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência 11 de Fevereiro
Há quatro anos a ONU estabeleceu o Dia 11 de fevereirof como Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, com objetivo é celebrar as experiências das mulheres cientistas em suas áreas profissionais e incentiva as novas gerações de moças a optarem pela carreira cientifica, sem receios e com garantias de direitos..
Nos acadêmicas devemos mostrar que ser uma Cientista é possível, desde que seja o desejo das estudantes que adentram às Universidades. Reconhecemos que a presença das mulheres na vida cientifica é uma longo caminho a percorrer não só pessoal como dos meios acadêmicos e científicos adversos.
Pesquisa da Unesco aponta disparidades maiores em áreas altamente qualificadas, como inteligência artificial, onde apenas 22% dos profissionais são mulheres.
https://news.un.org/pt/story/2021/02/1741172

Assassinato de pessoas Trans em 2020 aponta para a ausência de solução contra a violência
Dados inéditos fornecidos pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) está sendo divulgado em um dossiê inédito nesta sexta-feira – 29/01/2021 (29), Dia Nacional da Visibilidade Trans
.O documento não só cataloga os efeitos nocivos da transfobia como chama a atenção para a escalada ascendente de crimes contra pessoas trans.
A matéria esta amparada em pesquisas e dados. Reconhecem que há o “recorrente problema de subnotificação dos casos de violência LGBTfóbica, uma vez que no Brasil, ainda não contatamos com um sistema de dados que consiga compilar e divulgar todas as violências sofridas com destaque para a identidade de gênero das pessoas, o que ajudaria a mapear as violências transfóbicas.
http://www.generonumero.media/visibilidade-trans-violencia/
01/02/2021 – Novo prazo para envio dos textos finais para os ANAIS do IV Encontro Nacional do GT Estudos de Gênero da ANPUH
O prazo para envio dos textos completos para os ANAIS do IV Encontro Nacional do GT Estudos de Gênero da ANPUH foi ADIADO para dia 01 de fevereiro de 2021.
Para publicar seu texto, pedimos que sigam as orientações abaixo descritas em oito passos:
1 – Acessar a página do evento: http://www.inscricoes.fmb.unesp.br/index.asp?configurar=true&codEvento=11901
2- Do lado esquerdo clicar em “Trabalhos Científicos – ENVIO”.
3- Acessar com o mesmo login e senha da submissão.
4- Do lado esquerdo clicar em “Trabalhos Revisados”.
5- Descer até o final da tela e clicar em “Efetuar as alterações sugeridas pelos pareceristas”.
6- Em “Categoria” alterar de “Resumo Estendido” para “Trabalho completo”.
7- Clicar nos botões “Alterar” e “Próxima” até a tela onde constam as informações da submissão
8- Escolher o arquivo do Trabalho Completo em seu computador e clicar em “Submeter Trabalho”.
Caso tenham dúvida ou não consigam, escrevam para o apoio do STAEPE pelo seguinte email, colocando como Assunto o mesmo dessa mensagem:
apoiotecnico.marilia@unesp.br
Agradecemos a atenção,
COMISSÃO ORGANIZADORA
Inscrições para ouvintes e participantes de minicursos – IV Encontro Nacional dos GTs de Estudos de Gênero da ANPUH.
Até sexta-feira, 13/11, estão abertas as inscrições para ouvintes e participantes de minicursos para o IV Encontro Nacional dos GTs de Estudos de Gênero da ANPUH.
http://www.inscricoes.fmb.unesp.br/principal.asp
Gerda LERNER, “A Criação do Patriarcado . A opressão das mulheres pelos homens ” – Editora . CULTRIX, 2019
LERNER, Gerda( 1920 – 2013) foi historiadora e professora na Universidade de Wisconsin. Foi também uma das fundadoras do campo de Estudos Afro – Americanos e da introdução do currículo sobre a Historia da Mulher.
A discussão sobre o Patriarcado e Patriarcalismo possui distinções e vem ocupando nos dias de hoje uma retomada para melhor entendimento de um sistema que naturalizou a subalternidade das mulheres e de sua opressão que elas interiorizaram .
“O patriarcado não surgiu da forma como o conhecemos de uma vez, existe um desenvolvimento por meio da instauração de instituições que promovem seu funcionamento, como a família, a religião e o Estado. A autora reconstrói esse desenvolvimento de uma forma muito interessante, valendo-se de estudos arqueológicos, históricos e antropológicos.”. Ver Resenha Melina Bassoli,
https://medium.com/qg-feminista/resenha-a-cria%C3%A7%C3%A3o-do-patriarcado-e8e0b8446e75
Prorrogação de prazo para submissões de textos – IV Encontro Nacional dos GTs de Gênero da ANPUH
Violência de gênero no contexto da lusofonia – Portugal e as retornadas
No próximo dia 15/10, quinta-feira, às 14hs, acontecerá, via Google Meet, o debate “Violência de gênero no contexto da lusofonia – Portugal e as retornadas”, promovido pelo LIEG – Laboratório Interdisciplinar de Estudos de Gênero (LIEG)/ UNESP/Marília e pelo IPPMar – Instituto de Políticas Públicas de Marília/SP.
O debate contará com a presença de duas profissionais portuguesas, que discorrerão, tendo como recorte a questão do gênero, a problemática das pessoas denominadas “retornadas”, como são chamados os imigrantes da África Portuguesa que na época pós movimentos de libertação colonial nos anos 1990 foram obrigados a abandonar a região africana e retornar ao seu país de origem.
INSCREVA-SE A PARTIR DO FORMULÁRIO: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfIEOfD1-NcCyiCJNmMM1fLtSOd5RNw21sjZIl96m8QrMGonA/viewform?usp=sf_link




