Os coletivos  estudantis e suas propostas  vem provocando ações e e provocações publicas que  marcam lugares, Suas  lideranças pretendam ser representantes de identidades e especificidades de grupos e sujeitos de classe, de cor e de sexualidade. Muitas vezes sua existência é provisória em razão do modo como a organização política tem se dado no contexto da universidade.

Marcado pela transitoriedade, a continuidade da existência dos coletivos a longo prazo tem a ver com a reunião em torno de objetivos de luta comuns de um grupo de pessoas. Mesmo com mudanças de nomes e de componentes muitas pautas ainda se mantém em torno de interesses de afirmação política identitária na universidade ou, ainda, como espaço de produção de ações alternativas à construção de saberes no cotidiano acadêmico (pela arte, pela cultura ou ou epistemes dissidentes da tradição científica acadêmica).

Vejam no site Educando para a Diversidade, projeto UNESP/Santander e  o  Mapeamento realizados  das distintas iniciativas inclusivas na UNESP :.

  • Gênero e Sexualidade / LGBT+
  • Empoderamento Feminino / Feminismo
  • Educação / Inclusão / Escola Pública
  • Acessibilidade / Deficiência / Educação Inclusiva

https://educadiversidade.unesp.br/